11 Abr

Guarda-corpos precisam seguir normativa específica para garantirem segurança nos ambientes

A valorização das varandas nos projetos com a utilização de guarda-corpos está cada vez mais presente na tendência da arquitetura e design de interiores. No entanto, mais do que fechar ou delimitar um espaço, esses elementos devem atuar na prevenção de acidentes com maior segurança. Entre os materiais mais utilizados - além da alvenaria - está o alumínio e o vidro, possíveis de serem trabalhados de acordo com o desenho do arquiteto e compondo tramas mais elaboradas. Como o assunto envolve qualidade e critérios para o design e a produção dos guarda-corpos, a referência do mercado da construção civil é a ABNT NBR 14718, criada em 2001 e revisada em 2008. A normativa oferece parâmetros para que o projetista possa desenvolver a estrutura a partir do seu conceito arquitetônico, liberando a criatividade. Com base nessa normativa é que são fabricados os guarda-corpos da BBa em Balneário Camboriú – empresa pioneira no sistema para envidraçamento e fabricante exclusiva da tecnologia Reiki no Sul do Brasil. De acordo com o engenheiro da BBa sistemas para envidraçamentos, Cleiton Marcon, o guarda-corpo passou a ser visto como algo extremamente importante a partir do momento em que as varandas começaram a ser mais valorizadas não só como áreas de ventilação, mas também para ambientes nobres e diferenciados, como áreas gourmets. “Este produto tem por característica e função proteger crianças, adultos e animais de quedas graves em ambientes onde há desnível ou diferenças de alturas entre uma superfície e outra, garantindo a segurança de quem frequenta o ambiente, assim como de quem passa logo abaixo”, enfatiza o engenheiro. A ABNT NBR 14718 utiliza o conceito presente nas normas estrangeiras de zonas de estacionamento e de recepção. Conforme o engenheiro, é obrigatória a existência de guarda-corpos sempre que um local de acesso livre às pessoas apresentar desnível maior do que 1 metro, entre o piso onde encontram-se as pessoas e o patamar abaixo. “Em situações onde houver rampa com inclinação maior que 30° também é necessário seu uso. A altura mínima estabelecida dos guarda-corpos é de 1 metro do piso, sendo que, para esta medida deve-se considerar a variável do degrau descrito na norma”, explica. A norma também modificou a forma de aplicação das cargas nos testes de resistência, no seu valor e nas deformações admissíveis. Nos ensaios de esforço estático horizontal e vertical foi inserida a carga de segurança para avaliação de comportamento dos guarda-corpos após uma eventual sobrecarga. Isso garante que nenhum componente venha a se soltar no caso do guarda-corpo receber algum tipo impacto proposital ou involuntário. Condições mínimas descritas pela ABNT NBR 14718 - Altura Mínima: 1 metro. A BBa já atua com 1,10m - Ensaios: Para realização dos ensaios deve-se considerar o uso privativo ou coletivo aplicando devidamente as cargas de uso e de segurança.